Segurança Social declara mulher viva morta quatro vezes desde 2017

Helen Cvik, uma idosa de Dallas, foi erroneamente declarada morta pela Segurança Social quatro vezes desde 2017, gerando preocupações sobre erros administrativos.

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26/02/2026, 16:12

Autor: Laura Mendes

Uma imagem impactante de uma mulher idosa sorridente, segurando um cartaz com a frase "Ainda viva, por favor!", enquanto um grupo de pessoas ao fundo observa a cena, todas com expressões de surpresa e confusão. A cena acontece em um ambiente urbano, com prédios ao fundo e um céu azul claro, simbolizando a vida e a vitalidade da mulher.

A história de Helen Cvik, uma mulher de 94 anos residente em Dallas, Texas, é um exemplo preocupante de erros administrativos que têm gerado repercussões sérias para idosos nos Estados Unidos. Apenas em 2025, Helen foi declarada legalmente morta pela Segurança Social em duas ocasiões, uma situação que já se repetiu anteriormente em 2017 e 2020. Apesar da gravidade da situação, Helen continua viva e saudável, levantando questões sobre a eficiência e a precisão dos registros da Segurança Social.

Além dos problemas pessoais enfrentados por Helen, que teve de lidar com as consequências de ser erroneamente declarada morta, a situação destaca problemas mais amplos dentro do sistema da Segurança Social e sua administração. O erro de declarar um cidadão vivo como morto pode levar a várias complicações, desde a interrupção de benefícios sociais até a potencial exclusão de serviços essenciais. Helen, como muitas outras pessoas idosas dependentes do Medicare e Medicaid, deveria ter seu status priorizado. No entanto, a falha repetida da Segurança Social em corrigir seu estado legal mostra que há falhas significativas nos procedimentos que deveriam garantir a precisão dos registros dos cidadãos.

A repercussão da história de Helen provocou reações de diversas vozes, incluindo comentários sobre experiências semelhantes de outras pessoas que se viram em situações de erro, como ser excluído do cadastro eleitoral devido a declarações de morte. Um exemplo disso é a história de um homem que, ao tentar votar, foi informado de que havia sido removido do cadastro devido a um erro administrativo que indicava que ele também havia sido declarado morto. Essas situações não apenas afetam a vida cotidiana das pessoas, mas também levantam preocupações sobre a integridade do sistema eleitoral, especialmente em um contexto onde há alegações de fraudes eleitorais relacionadas a mortos que supostamente votam.

A situação de Helen Cvik é ainda mais notável considerando a complexidade do sistema de saúde americano. Estudiosos e profissionais da área apontam que, se ela está recebendo assistência pelo Medicaid, o fato de que sua vida esteja sendo cobrada por instituições enquanto é considerada morta em registros oficiais é um paradoxo intrigante e preocupante. O Medicare, em particular, que é frequentemente associado ao número da Previdência Social, deveria ser uma prova da vida ativa da beneficiária, levantando questões sobre os procedimentos de verificação que a Segurança Social aplica para determinar o status de seus beneficiários.

O erro não só impacta a vida de pessoas como Helen, mas também destaca uma questão mais ampla sobre os direitos dos cidadãos e como erros administrativos podem resultar em injustiças significativas. Rakestraw, uma outra mulher que também enfrentou interrupções em seus benefícios devido a erros relacionados ao seu status, exemplifica a luta das pessoas que se sentem prejudicadas por um sistema que deveria oferecer suporte e segurança. O impacto das reportagens locais na cobertura dessas questões é inegável, pois tradicionalmente é a mídia local que traz à luz os problemas sistêmicos que afetam os cidadãos comuns.

Este caso serve como um alerta para a necessidade de reformas e melhorias nos processos administrativos da Segurança Social, assim como uma chamada à atenção para os direitos dos indivíduos que recebem assistência. A repetição dos erros em declarar os cidadãos como mortos, sem explicações adequadas ou correções efetivas, não apenas sublinha falhas no sistema, mas também se traduz em angústia psicológica e financeira para aqueles afetados. Isso ressalta a importância da vigilância e da fiscalização cidadãos ou da possibilidade de iniciativas que garantam que o sistema de assistência social funcione de forma precisa e justa.

Assim, a história de Helen Cvik, que deveria ser um reflexo da dignidade e do atendimento que os idosos devem receber, transformou-se em uma série de eventos absurdos e desconcertantes. É uma manifestação do emaranhado administrativo que muitas vezes ameaça o bem-estar e os direitos da população mais vulnerável. As lições a serem aprendidas a partir de sua experiência ressaltam a necessidade urgente de aprimoramentos nas práticas da Segurança Social, para que erros como esses não se tornem uma parte recorrente da experiência de vida dos cidadãos e, em especial, dos idosos que dependem de um sistema que deveria protegê-los.

Fontes: FOX 4 Dallas, The Dallas Morning News, administração da Segurança Social dos EUA

Detalhes

Segurança Social dos Estados Unidos

A Segurança Social dos Estados Unidos é uma agência governamental responsável pela administração de programas de seguridade social, incluindo aposentadorias, benefícios por invalidez e assistência médica através do Medicare e Medicaid. Criada em 1935, a Segurança Social desempenha um papel crucial na proteção financeira de milhões de americanos, especialmente idosos e pessoas com deficiência. O sistema enfrenta desafios contínuos relacionados à precisão dos registros e à administração eficiente dos benefícios, sendo frequentemente alvo de críticas e chamadas para reformas.

Resumo

A história de Helen Cvik, uma mulher de 94 anos de Dallas, Texas, ilustra sérios erros administrativos na Segurança Social dos Estados Unidos. Em 2025, Helen foi declarada legalmente morta em duas ocasiões, uma situação que já havia ocorrido em 2017 e 2020, apesar de ela estar viva e saudável. Esses erros não apenas afetam Helen, mas também levantam preocupações sobre a precisão dos registros da Segurança Social, que pode resultar na interrupção de benefícios essenciais como Medicare e Medicaid. A situação de Helen destaca problemas mais amplos no sistema, com relatos de outras pessoas que enfrentaram situações semelhantes, como exclusão do cadastro eleitoral. Especialistas apontam que a complexidade do sistema de saúde americano torna a situação ainda mais preocupante, evidenciando falhas nos procedimentos de verificação da Segurança Social. A repetição desses erros não apenas causa angústia financeira e psicológica, mas também destaca a necessidade urgente de reformas no sistema administrativo, assegurando que os direitos dos cidadãos, especialmente dos idosos, sejam respeitados.

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