Rússia utiliza munições incendiárias em ataques a Kostiantynivka

Vídeos recentes mostram forças russas usando munições de fósforo branco em Kostiantynivka, levantando preocupações sobre crimes de guerra.

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27/02/2026, 13:23

Autor: Felipe Rocha

Um campo devastado pela guerra, com sinais de incêndios recentes. Edifícios em ruínas ao fundo e fumaça subindo na atmosfera. Um céu carregado de nuvens escuras, criando uma atmosfera tensa. No chão, restos de munições incandescentes, simbolizando destruição e tragédia. A imagem evoca tanto a destruição quanto a luta pela sobrevivência em meio ao caos da guerra.

No último domingo, um novo vídeo circulou nas redes sociais, evidenciando o uso de munições de fósforo branco pelas forças russas em Kostiantynivka, uma cidade ucraniana que tem sofrido com os efeitos devastadores da guerra. Esses tipos de armas, que podem causar queimaduras severas e danos irreparáveis, são amplamente considerados ilegais pela comunidade internacional quando utilizados contra populações civis. A crescente exposição a tais atos levanta sérias questões sobre possíveis crimes de guerra e as consequências para aqueles envolvidos nas decisões de ataque.

Desde o início do conflito entre Rússia e Ucrânia em 2022, o uso de armamento incendiário tem sido uma tática recorrente. Em particular, munições incendiárias, que incluem fósforo branco e outras substâncias similares, foram frequentemente registradas em vídeos e relatos de testemunhas. Essas armas não apenas causam destruição imediata nas áreas atingidas, mas também geram pânico e desesperança entre os civis. Comentários sobre a postagem de vídeo indicam que esse tipo de munição tem sido utilizado sistematicamente desde os primeiros dias do conflito, prometendo um futuro aterrador para as cidades ucranianas, que enfrentam bombardeios incessantes.

Em uma análise do uso de fósforo branco e outras munições incendiárias, especialistas apontam que, mesmo que a Rússia considere esse tipo de armamento parte de sua estratégia militar, é essencial que haja responsabilização por seu uso, especialmente em áreas densamente povoadas. De acordo com o direito internacional humanitário, disparar essas armas em regiões com população civil confirmada constitui uma violação grave e um crime de guerra. Vários países e organizações flexibilizam suas legislações e, historicamente, essas bombas têm sido associadas a conflitos que resultaram em elevadas taxas de mortalidade civil.

Estudos anteriores sobre o impacto de armas incendiárias mostraram que sua utilização pode resultar em queimaduras de terceiro grau e outras lesões irreversíveis. Esses ataques não apenas eliminam vidas, mas também deixam sequelas para os sobreviventes, afetando seu bem-estar emocional e físico. OsНСвоенте usuários de redes sociais comentam a escolha da Rússia por usar tais táticas em sua campanha militar, lembrando que, se não houver um clamor global por justiça, há o risco de novos crimes de guerra ocorrerem de forma impune.

Além da gravidade da situação, alguns usuários questionam como essa questão voltou ao centro das atenções. Há um sentimento crescente entre observadores internacionais de que, enquanto a Rússia continua a violar normas internacionais com ataques a civis, a comunidade global parece distanciada da necessidade urgente de resposta e responsabilização. Muitos acham que a resposta deve ser além de declarações de condenação, exigindo ações concretas, como sanções.

Além de Kostiantynivka, outras localidades na Ucrânia têm enfrentado a mesma tragédia: cidades sendo atingidas por fogo intenso indiscriminado, deixando cidadãos comuns em condições precárias. Historicamente, este tipo de armamento já foi usado em conflitos armados ao redor do mundo, muitas vezes por suas consequências devastadoras e necessárias para se fomentar uma narrativa militar de sucesso.

O que está claro é que o uso de munições incendiárias nas guerras contemporâneas levanta questões éticas e morais. Há uma necessidade de diálogo e ações para prevenir tais atrocidades, assegurando que as violações aos direitos humanos e ao direito internacional humanitário não passem despercebidas. Se a equiparação de armamento incendiário no caso da Rússia ao que tem sido relatado em outras regiões de conflito, como em operações militares passadas, não se tornarem um motivo para ação imediata, a dúvida persiste: até onde a comunidade internacional está disposta a ir para proteger civis inocentes em um conflito em tumulto?

Os olhos do mundo estão voltados para a situação na Ucrânia, e a pressão popular e internacional apenas aumentará à medida que mais evidências de crimes de guerra emergirem. A situação em Kostiantynivka serve como um microcosmo do que muitos temem que seja uma escalada insustentável de violência e brutalidade no teatro internacional. Sem responsabilidade adequada, a trajetória de destruição contínua e desrespeito pela vida humana pode se tornar a norma para os conflitos do século XXI, e isso deve ser inaceitável.

Fontes: The Guardian, BBC News, Al Jazeera, Human Rights Watch.

Resumo

No último domingo, um vídeo que circulou nas redes sociais mostrou o uso de munições de fósforo branco pelas forças russas na cidade ucraniana de Kostiantynivka, levantando preocupações sobre possíveis crimes de guerra. Essas armas, consideradas ilegais pela comunidade internacional quando usadas contra civis, causam queimaduras severas e danos irreparáveis. Desde o início do conflito em 2022, o uso de armamento incendiário tem sido uma tática comum, gerando pânico entre a população. Especialistas destacam que o uso de fósforo branco em áreas densamente povoadas é uma violação grave do direito internacional humanitário. A situação em Kostiantynivka reflete um padrão alarmante de ataques a civis, com a comunidade global sendo instada a agir além de meras condenações. A pressão internacional deve aumentar à medida que mais evidências de crimes de guerra surgirem, com a necessidade urgente de responsabilização para evitar que a violência se torne a norma nos conflitos contemporâneos.

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